domingo, 27 de dezembro de 2009

De los agradecimientos ....


Jorge Tamés y Batta é arquiteto da UNAM ( Universidade Autônoma do México) e creio que por diversão desenha "tiras"(das quais ele sempre é o personagem principal) e envia aos seus contatos através de mails.
Nostalgicamente,pensando sobre o último post de 2009 e para fugir dos clichês natalinos, decidi postar esta tira (já que ele mesmo se dirige À TODOS) gentilmente recebida em minha caixa de mail (herança de meu breve contato com o pessoal do PROPUR/UFRGS em 2009).
Então, pela síntese impressionante, compartilho os "dibujitos"de Tamés com TODOS e traduzo simplificadamente o espirito do meu ano velho.

sábado, 28 de novembro de 2009

Dragãozinho de Komodo

Iguana adulta
Iguana filhote

Como se diz aqui no Pará: "pense num bichinho feio"! O bichino da foto é uma iguana...filhotinho... veio como hóspede e já está há dois meses...agregou-se!
O bichinho é mesmo feio, mas tem cinco dedos e movimentos refinados ao mesmo tempo que assustadores, quando está se movimentando prende nosso olhar . Quando crescer vai ficar parecido com o Dragão de Komodo; será ainda mais feio do que hoje, mas inofensivo...

Hoje ele teve a sua terceira oportunidade de fugir...e não se foi...Mas observei que ele vive mirando a liberdade.
Isso me fez pensar na afirmação de Sartre, aparentemente paradoxal, dizendo que estamos condenados à liberdade.

Qual o paradoxo?Identificar liberdade e condenação, dois termos incompatíveis, pois é livre quem não está condenado. O que Sartre pretende dizer?Penso que para os humanos, a liberdade é como a necessidade e a fatalidade, ou seja, não podemos escapar dela. É ela que define a humanidade dos humanos, sem escapatória!
Minha iguaninha é feia, não é humana mas é viva e agiu espontâneamente.
Confesso que estou me apegando a sua feiura, porque ela vive por sí mesma, sem minha intervenção e interferência,diferente de um gato ou de um cachorro, ela não depende de mim para ser tal como é.















domingo, 15 de novembro de 2009

Com Whisky elas caem...

Por mais que você tente evitar,na vida, é imprescindivel decidir...e ai...qual "cê" gosta mais?




READ LABEL OU ICE?



...."Agora eu vou te ensinar , isso e muito mais você só vai encontrar no Pará"....
SHOW DO CALYPSO

domingo, 20 de setembro de 2009

Quem vai embora tem que saber: É viração




Interessante é saber que existem CTG´s em varias partes do mundo...e em Marabá também!!!

A semana Farroupilha aqui teve intensa programação: Churrasco,Vaca atolada, torneio de truco,filme, Tertúlia e baile. Encerrou-se no domingo com um pequeno desfile à cavalo.

A gauchada marcou presença nas ruas da cidade. Os gaúchos que vivem em Marabá( e nao são tão poucos) resgataram nossa cultura e mataram um pouco a saudade de casa no "nosso" CTG Sentinela das Coxilhas.





Onde a terra começar
vento negro gente eu sou
Onde a terra terminar
Vento negro eu sou

Quem me ouve vai contar
Quero luta, guerra não
Erguer bandeira sem matar
Vento negro é furacão
Tua vida o tempo
A trilha o sol
Um vento forte se erguerá
Arrastando o que houver no chão
Vento negro, campo a fora
vai correr, quem vai embora tem q saber
É viração

Não creio em paz sem divisão
De tanto amor que eu espalhei
em cada ceu em cada chão
minha alma lá deixei
-Vento Negro-



quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Os numeros Governam o mundo...(Platão)




Os números governam o mundo

Custo de oportunidade (trade of) em mal “economês” pode ser definido como o custo daquilo que se desiste para se obter outra coisa ou outro bem. É o somatório de todas as coisas renunciadas com a perspectiva do ganho de outra.
Assim tratam dos custos os contadores e os economistas, que tratam custos de maneira diferente das pessoas normais, mas para não ser aqui mal interpretada vou me expressar melhor: das pessoas que não contabilizam profissionalmente.
Para contabilizar números existem métodos, modelos, teorias. Mas o que inquieta são os “trade ofs” da vida. Como interpreta-los? Diferentes pessoas tratam custos de formas diferentes, e isso é especialmente verdade no trato dado aos “custos do coração”.
Pensando na forma de descrever os custos da vida me posicionei como uma mulher econômica racional e achei, como de costume, que poderia buscar respostas nos livros para estabelecer alguns parâmetros favorecidos pela lógica.
A teoria diz que para entender em uma empresa as decisões que ela deve tomar, é preciso entender o que ela está tentando fazer; os canônicos economistas normalmente assumem que o objetivo de uma empresa é maximizar o lucro e que essa hipótese funciona bem na maioria dos casos.
E como descrever o lucro da vida? Quais são os custos de renunciar? Para sabermos como maximizar o lucro é preciso saber com mais profundidade sua receita total e o seu custo total. Não da para medir perdas e ganhos de uma vida por meio de gráficos.Essa medição dependeria de vontades, de coragens, de possibilidades, de ilusões...vaidade...
Não é possível se distinguir lucro verdadeiro ou lucro fictício da “vida que se quer” para se fazer então a escolha que maximiza o resultado, simplesmente porque a vontade da alma, os desejos do coração, a racionalidade humana e a realidade são variáveis que não cabem numa curva de decisão de oferta e demanda. E em nenhuma outra que eu conheça.
Como não há meios para contabilizar e fazer os melhores “trade ofs da vida” temos mesmo que aceitar ir vivendo e escolhendo sempre analisando a curva de oferta sob a perspectiva de distribuir a nossa “pobreza”. E a de demanda pela de amortizar também a “vontade”.
Para a vida não economica, parece-me que a teoria econômica não tem sentido, porém validou o ensinamento de que pessoas racionais pensam na margem para tomar decisões melhores, e sendo assim conclui-se mesmo, que nem sempre é preciso decidir.
Na vida, fora de modelos, não são tão necessárias mudanças marginais, bastam apenas pequenos ajustes incrementais e assumir o ato de se abandonar qualquer plano de ação para maximizar o lucro, pois por maior que seja a perspectiva de alguns ganhos, não há lucro que se consolide se tiver que ser amortizado pela “pobreza de vontade”.

domingo, 16 de agosto de 2009

A dinâmica das águas do Rio Tocantins



É impressionante observar a dinâmica das águas no Rio Tocantins.
Em três meses a paisagem natural se reconfigura. Nos meses de julho e Agosto o mesmo Rio que invade a cidade baixa tanto que forma no centro algumas ilhas, chamadas de Praia, (essa da foto é a praia do Tucunaré).

A ilha é efêmera só é possível pisar nela nas baixas do Rio e pra se chegar é preciso fazer a travessia de barco.


De tão freqüentada o transporte já esta estruturado nesses meses.

Como no Norte o Sol é uma constante são as águas que ditam o verão!
O movimento das águas é o que constroem as ilhas e as ilhas inauguram o verão...
Eu, que um dia já quis também construir minha ilha, fui lá me inspirar e aprender um pouco com a força e a incrível sutileza das águas!!!








...àguas que me levam...e que levo nos olhos...

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Vosmecês tá cunvidado!!

Cartaz promovendo o Concurso Municipal de Quadrilhas.




Aqui no Norte o São João é muito comemorado, o povo se organiza em quadrilhas pra dançar na rua ou nos arraiais, que estão por todo lado nesta época do ano.Tem concursos de quadrilhas que são classificadas em roceiras (cada um se veste a caráter do seu modo) e alegóricas (que todos vestem iguais e são mais bem ensaiadas as coreografias). Interesse é observar que a iniciativa surge mesmo da massa popular, não é instituição mas está institucionalizado na cultura nortista. O engajamento é geral...não está restrito às crianças como em geral é, no sul do país.


“ Vosmecês tá cunvidado
Pra dançá no arrastado
Das festança junina
Mas porém não arrepare
Pruque é festa de roça
Qui dô na minha paioça
Prus "piá" mais as "guria".”